Um dos produtores brasileiros de maior destaque no cenário internacional, Gui Boratto soa como uma banda de um homem só. Meticuloso manipulador de melodias perfeitas, ele consegue transpor em BPMs, atmosferas e paisagens sonoras ricas e envolventes.
Com seu terceiro álbum, o III, lançado em setembro de 2011, Gui está prestes a estrear sua nova tour ‘Full Live Show’, no dia 24 próximo, no Cine Joia, em São Paulo. Véspera do aniversário da cidade, a apresentação promete ser um mix de som e imagem com o tom festivo que a ocasião merece. Ainda se apresentam na noite a dupla inglesa Layo & Bushwacka! e o DJ brasileiro Junior C.
Para entrar nesse clima, Gui Boratto preparou um set exclusivo para este novo dbseries e também falou um pouco sobre sua música, influências e expectativas.
Você se apresenta no Cine Joia no dia 24, véspera do aniversário de São Paulo, com o seu ‘Full Live Show’, que teve passagens teste em Anápolis (GO) e Porto Velho (RO), mas é ainda inédito na cidade. Em que consiste essa nova turnê e quais são as expectativas para essa estreia paulistana?
Minhas expectativas são as melhores. O lugar é simplesmente incrível. Essa tour se baseia principalmente no meu novo álbum “III”, mas as pessoas podem esperar músicas do Chromophobia e do Take My Breath Away.
Como foi a preparação deste show? Você esteve envolvido em todo o processo no que diz respeito, inclusive, à parte visual?
Sim, em absolutamente tudo. Mas quem realmente executou a programação desse conteúdo visual foram Cadú e Pablo Menna, da produtora Toro. Essa preparação durou uns 6 meses pelo menos.
Quais são suas maiores influências na música e o que você mais tem escutado ultimamente?
Tudo me influencia. Desde os diversos estilos que eu escuto (rock, tango, boleros, música erudita, etc) até formas, lugares, e principalmente estado de espírito.
Seu último álbum, III, lançado em setembro do ano passado, recebeu boas críticas no Brasil e exterior. Como esse álbum se distingue ou se aproxima das suas produções anteriores? Qual o momento que ele captura?
“III” captura minha veia mais rock, que vem lá de traz, quando era um menino de 10, 11 anos e tocava guitarra o dia todo. Ainda escuto muito rock e meu álbum “III” traz essas influências.
Você já marcou presença em grandes festivais de música como o Melt!, Coachella, Montreux e Monegros. Você consegue dizer qual foi o lugar mais incrível e/ou inustitado que você já tocou? Qual o próximo destino mais esperado?
Acho qeu minhas duas apresentações no Melt!, Panorama Bar, D-EDGE, Clash, Wire, entre outras, foram todas incríveis. Principalmente em termos de público. Acho que o mais esperado agora é o Cine Joia, o“debut” em São Paulo do meu novo show. Estou muito animado mesmo!
Fale um pouco sobre esse set que você preparou para o deepbeep. Qual foi o critério de escolha das faixas e qual o cima que você quis criar?
Eu selecionei um pouco da minha fase “Chromophobia”. Me deu de repente muita saudade de algumas coisas que não toco há anos, como “Malá Strana”, que começa aos cinco minutos do set, mais ou menos.
Qual foi o balanço de 2011 e as expectativas para este ano novo?
Foi um ano excepcional e de muito trabalho. Entre turnês e gigs no Brasil, consegui terminar meu álbum como eu queria. Assinei a trilha do desfile da Chanel em Paris, fiz um remix ou outro e curti muito a família. Enfim, um ano completo, cheio de trabalhos e realizações.
Tracklist não disponível.
Walter Cruz disse em 26 de janeiro de 2012
Qual o nome dessa última track?